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  • Chaminé ALDI Alto da Maia | Chaminés Tijolo Grande Porto

    A história da Chaminé do ALDI do Alto da Maia Chaminé ALDI | Alto da Maia A chaminé do ALDI no Alto da Maia, construída em 1937, está localizada na Rua Júlio Dinis, nº 2, e é uma peça histórica que simboliza a antiga atividade industrial de Águas Santas, pertenceu à Empresa Industrial de Serração e Carpintaria, Lda , uma empresa fundada em 1920, e sta chaminé teria sido construída para a evacuação de fumos e gases resultantes de processos industriais relacionados com a madeira. Hoje, a antiga fábrica deu lugar a uma loja moderna, mas a chaminé continua a ser um símbolo da transformação do terreno, conectando passado e presente e enriquecendo a história da comunidade. Dentro do supermercado ALDI, os clientes são recebidos por um cartaz circular que exibe a mensagem, "O teu ALDI, Águas Santas " O destaque visual deste cartaz é uma ilustração da emblemática chaminé restaurada, reforçando a conexão da loja com a história local, este detalhe não só celebra o património do espaço como também valoriza a identidade da comunidade. Uma particularidade interessante desta chaminé é que, após a remodelação do espaço para a construção da nova loja ALDI, foi adicionado um azulejo que exibe o nome do criador: "Manuel Moreira da Silva Construtor – 1937 ", como parte da preservação e valorização do criador da chaminé. Existe outra chaminé criada por este senhor em matosinhos . Antes da construção do ALDI no Alto da Maia, o terreno onde hoje se encontra a loja teve diferentes utilizações ao longo dos anos, durante um período, funcionou como um parque de estacionamento , servindo os habitantes da zona e visitantes, a transformação do espaço, que manteve a emblemática chaminé da antiga fábrica, simboliza uma mudança significativa na paisagem urbana, combinando história e modernidade ao serviço da comunidade.

  • Chaminé Mercadona Matosinhos | Chaminés Tijolo Grande Porto

    A história da Chaminé Mercadona Matosinhos. Chaminé Mercadona | Matosinhos A chaminé que se encontra em Matosinhos, na Rua Sousa Aroso 705, é atualmente parte do supermercado Mercadona , mas no passado abrigou uma das fábricas da icónica marca de conservas Vasco da Gama . A fábrica original foi fundada por José António Cabral , um arrojado capitalista que, ainda no início do século XX, cresceu significativamente e foi consolidado como um dos principais nomes da indústria de conservas, especialmente sardinhas, que eram exportadas para diversos mercados internacionais, incluindo Alemanha, Bélgica e Brasil. A gerência foi confiada , em 1939, aos dois filhos do fundador, Narciso José Barroso e António Antunes da Costa Neiva, e em 1941 a organização passou-se a denominar-se Vasco da Gama, L.ª , com sede em setúbal e matosinhos, com gerência dinâmica de Narciso José Barroso e o seus filhos Manuel Barroso e Fernando Barroso. A cidade de Matosinhos foi lar de 3 fábricas da icónica marca Vasco da Gama , sendo a primeira fábrica na Rua Sousa Aroso, nº 651, eventualmente demolida , nos terrenos da fábrica foi construído um prédio urbano. As outras duas são igualmente na Rua Sousa Aroso, nº 705, onde hoje se encontra o supermercado Mercadona , e na Avenida Menéres, nº 533, ambas as construções continuam intactas e preservam o histórico logotipo da marca , a fábrica na Rua Sousa Aroso foi construída em meados da década de 1950 e destacava-se não apenas pela produção de conservas , mas também pela fabricação das próprias latas , o que a diferenciava no setor, já a unidade na Avenida Menéres reforçava a capacidade produtiva da empresa e sua presença no mercado. Durante esse período, a marca Vasco da Gama diversificou suas atividades, incluindo a fabricação de latas próprias para as conservas e tornando-se fornecedora para outras fábricas. Embora a fábrica tenha fechado suas portas em 1995, o legado da Fábrica Vasco da Gama perdura na memória dos cidadãos da região e nas marcas de qualidade que ela deixou, como as conservas "Vasco da Gama " e "Dolly ". A chaminé e a fachada do Mercadona , que resiste ao tempo, é um testemunho dessa história é um símbolo da indústria que prosperou na cidade.

  • Chaminé A Invencível Campanhã | Chaminés Tijolo Grande Porto

    A história da Chaminé "A Invencível" em Campanhã. Chaminé A Invencível | Campanhã A chaminé na Rua da Fábrica "A Invencível" nº 278, perto do Estádio do Dragão pertencia à antiga fábrica "A Invencível, Lda." é um símbolo histórico na zona de Campanhã, Porto. Fundada em 1905 na Rua de São Roque da Lameira, dedicava-se à preparação de tecidos , estamparia e tinturaria , chegando a contar com 120 trabalhadores. Apesar de estar atualmente abandonada , a fachada, o edifício e a chaminé continuam conservados . A fábrica localiza-se antes do antigo matadouro municipal, para quem vem da Praça das Flores, e há perspectivas de recuperação da sua belíssima fachada . Entre os trabalhadores que por ali passaram, destaca-se Serafim Gesta , conhecido como “Mazola” devido ao seu talento futebolístico. Natural de S. Pedro da Cova, Gesta foi um reconhecido escritor e historiador, tendo fundado, juntamente com Germano Silva, o jornal “A Voz Padroense”, onde divulgava a vida dos mineiros da sua terra natal. Atualmente, os terrenos da fábrica despertam grande interesse para novos projetos urbanos, embora até ao momento nenhuma intervenção concreta tenha sido realizada.

  • Chaminé Pinhais Matosinhos| Chaminés Tijolo Grande Porto

    Chaminé Pinhais | Matosinhos A chaminé localizada em Matosinhos, na Avenida Menéres 749 , pertenceu à Fábrica de Conservas Pinhais & C.ª , o espaço atualmente abriga um museu-loja, onde ainda é possível encontrar produtos desta marca histórica. António Pinhal , nascido em Espinho, em 1882, vinha de uma família da classe piscatória e devido à crise pesqueira na sua região natal, Pinhal mudou-se para Matosinhos, atraído pelas novas oportunidades criadas pela construção do porto de Leixões, iniciou a sua atividade comercial com o seu irmão Manuel, em 1912, estabelecendo-se como negociador de pescado. A Fábrica de Conservas Pinhais foi fundada por António Rodrigues Pinto Pinhal , juntamente com o seu irmão, Manuel Pinto Pinhal e mais dois sócios, o seu amigo banqueiro, Luís Alves Silva Rios e por fim Luís Sousa Ferreira . Com o tempo, a atividade de António Pinhal evoluiu para a indústria conserveira, a fábrica, inicialmente situada na Avenida de Serpa Pinto, mudou-se em 1926 para a Avenida Menéres, número 700, onde foi construída uma nova unidade fabril moderna para a produção de conservas de peixe, com o auxílio de importantes parceiros como o banqueiro Luís Alves Silva Rios e o especialista espanhol José Abeijon . Durante sua operação, a Fábrica Pinhais & C.ª se destacou pela produção de sardinhas e outros produtos de alta qualidade, exportando principalmente para mercados na Áustria, América e outros países da Europa. Nos anos 1940, a fábrica se consolidou como uma das maiores produtoras de conservas do país, empregando centenas de operários e ganhando reconhecimento por sua excelência na produção. A chaminé encontra-se nas traseiras do edifício, inserida na sua estrutura e o próprio edifício exibe, de forma destacada, as palavras "Pinhal & Companhia " ao longo da sua fachada, em letras grandes, mantendo viva a memória da fábrica que ali operou por décadas. Até os dias de hoje, a marca Pinhais continua a ser sinônimo de qualidade, com a produção artesanal preservada, mesmo em tempos de forte concorrência e modernização do setor.

  • Chaminé Conservas Portugal Norte Matosinhos | Chaminés Tijolo Grande Porto

    A história da Chaminé Conservas Portugal Norte em Matosinhos. Chaminé Conservas Portugal Norte | Matosinhos A chaminé situada na Rua Sousa Aroso, 620, em Matosinhos, ainda está vinculada à indústria conserveira , uma fábrica que, ao longo da sua história, passou por diversos donos . Tudo começou em 1912, quando Amadeu Henrique Nero fundou em Sesimbra a firma sob o nome Fábrica de Conservas “ A Persistente” , a empresa passou por diversas modificações ao longo dos anos, com mudanças de sócios e reestruturações até se consolidar como Nero & C. (Sucessor) , Lda. , em 1932. Ao longo de sua existência, a Fábrica de Conservas Nero se destacou pela qualidade de seus produtos, exportando suas conservas para países como Alemanha, Itália, Estados Unidos, Síria, entre outros. A mudança para Matosinhos ocorreu na década de 1950, quando a primeira pedra do novo edifício foi colocada em 1957, com as instalações inauguradas no final de 1958, representando o auge das atividades da empresa. Em 1991, a empresa sofreu uma reestruturação e foi adquirida por António de Pinho Faustino , que posteriormente fundou a Conservas Portugal Norte, Lda. A fábrica, que originalmente utilizava métodos tradicionais , passou a incorporar novas tecnologias de produção , mantendo-se fiel à tradição de oferecer produtos de alta qualidade. Inicialmente conhecida como Fábrica de Conservas Nero , a unidade evoluiu , tornando-se mais tarde a Fábrica de Conservas de Portugal . Hoje, o edifício ainda é o mesmo , abrigando a loja Conservas de Portugal Norte , onde os visitantes podem desfrutar de refeições e degustar as conservas produzidas localmente . Atualmente, a loja Conservas de Portugal Norte continua a ser um ponto de referência para os apreciadores das conservas de Matosinhos , que podem experimentar os sabores autênticos dessa tradição industrial, enquanto ainda preserva a memória de sua rica história no edifício original.

  • Chaminé Prado Matosinhos | Chaminés Tijolo Grande Porto

    A história da Chaminé Prado em Matosinhos. Chaminé Prado | Matosinhos A chaminé situada na Rua Brito Capelo nº 1165, em Matosinhos, pertencia à antiga Fábrica de Conservas do Prado , o edifício original foi demolido sobrando apenas a chaminé que está a ser aproveitada para o novo empreendimento . Fundada em 1934 pelos 3 industriais Pedro de Carvalho Marôcho, José António Ferreira Barbosa e Carlos Rodrigues Rocha a Conservas Prado Lda. rapidamente se destacou como uma das mais importantes fábricas de conservas de Matosinhos , região que se tornou um dos maiores polos industriais de conservas de peixe de Portugal. A fábrica foi um pilar do desenvolvimento económico local, com um processo de produção que chegava a 60.000 caixas anuais, e suas marcas , como Prado , Superba e Farnel , eram reconhecidas internacionalmente. A influência dos fundadores da Conservas Prado não se limitava à sua fábrica, desempenhando papeis destacados na indústria conserveira, com Ferreira Barbosa também atuando como Presidente do Grémio dos Industriais de Conservas de Peixe do Norte e Procurador à Câmara Corporativa e perante a sua liderança, a empresa teve presença nos mercados da França, Alemanha, Bélgica e Estados Unidos, entre outros. Em 2023, o edifício original da fábrica foi demolido , mas a chaminé , símbolo da indústria conserveira que marcou a região, permanece de pé, a chaminé está a ser aproveitada como um elemento central neste novo empreendimento , que está em obras para dar origem a um condomínio de luxo fechado, com ginásio, espaço de coworking, piscina e estacionamento, oferecendo uma excelente qualidade de vida aos seus futuros moradores. O edifício , embora reduzido a ruínas após a sua desativação , representa a memória de uma era próspera para Matosinhos e a história de um setor industrial essencial para o país, o novo empreendimento não só preserva a chaminé, como a incorpora ao projeto, mantendo viva a conexão com o passado enquanto abraça o futuro, simbolizando a transição entre a tradição industrial e o novo desenvolvimento urbano. A localização privilegiada , a apenas 200 metros da praia e rodeada de comércio e serviços, faz da Antiga Fábrica do Prado um local ideal para viver, mantendo o charme da cidade pesqueira com a conveniência de uma vida urbana contemporânea, o novo condomínio promete ser um marco na história de Matosinhos, mantendo vivo o espírito da indústria conserveira que ainda ressoa nas suas ruas e memórias.

  • Chaminé Sado Perafita | Chaminés Tijolo Grande Porto

    A história da Chaminé Sado em Perafita. Chaminé Sado | Perafita A chaminé na rua do Progresso nº 217, em Perafita, pertencia ao passado industrial da antiga Nova Litografia Sado , este marco industrial sobreviveu à recente demolição parcial do edifício original , onde apenas uma parte da fachada e a chaminé foram mantidas , embora ainda não se saiba ao certo o destino definitivo do local, tudo indica que há planos futuros em desenvolvimento . Carlos Vieira dos Santos foi um dos gerentes da fábrica Nova Litografia Sado. A história desta litografia em Perafita remonta ao período em que a unidade principal da Nova Litografia Sado estava localizada em Matosinhos, fundada a 20 de agosto de 1939, a empresa inaugurou as suas instalações na Rua Guerra Junqueiro (atualmente Rua Brito Capelo, nº 1388). Desde o início, destacou-se como uma referência na indústria gráfica, com especialização na estampagem sobre folha de flandres , essencial para a indústria conserveira em expansão na região. Com sede em Setúbal, a empresa decidiu abrir esta sucursal em Matosinhos para responder à crescente procura da indústria local, o sucesso foi imediato, conquistando a preferência de industriais e colocando-se num lugar proeminente no setor gráfico. No entanto, com o passar das décadas, a atividade da litografia foi sendo descontinuada em Matosinhos . Posteriormente, a unidade foi transferida para a Rua do Progresso, em Perafita , sob a gestão de Manuel Barroso. Apesar dos esforços para manter a operação, a atividade cessou poucos anos depois . A demolição da fábrica de Matosinhos levou também à perda de outra emblemática chaminé , atualmente os terrenos da antiga fábrica principal da Litografia Sado em Matosinhos estão construídos prédios com lojas e apartamentos.

  • Chaminé Forum Ermesinde | Chaminés Tijolo Grande Porto

    A história da Chaminé Forum de Ermesinde. Chaminé Fórum | Ermesinde As duas chaminês em Ermesinde, na Rua Fábrica da Cerâmica 102, são património industrial da localidade, sendo a maior delas, com uma coroa excepcionalmente bem trabalhada , considerada uma das mais detalhadas da região do Porto. A sua coroa , meticulosamente ornamentada, reflete a habilidade e o cuidado dos trabalhadores da época, sendo um dos pontos mais notáveis desta estrutura, ambas situadas no parque traseiro do Fórum Cultural de Ermesinde , um espaço que harmoniza a preservação da história com a modernidade do novo edifício. O local, anteriormente ocupado pela Fábrica de Cerâmica de Ermesinde , é agora um exemplo de reabilitação urbana, onde as ruínas da antiga fachada em tijolo se misturam com as linhas contemporâneas da nova construção . O Fórum Cultural de Ermesinde , tanto no seu interior quanto exterior, funciona como um verdadeiro museu vivo , preservando a história de uma das mais importantes fábricas da região, fundada em 1910, a Fábrica de Cerâmica de Ermesinde foi pioneira na produção de telhas, tijolos e outros artigos cerâmicos , alcançando grande destaque devido à sua localização estratégica e à excelência da sua produção. Com o tempo, a fábrica tornou-se uma das maiores do país, empregando centenas de operários e produzindo uma vasta gama de produtos, desde telhas e tijolos até tubos e vasos cerâmicos. Além das chaminés, o parque exibe mini fornos cerâmicos fechados, mantendo viva a memória da produção cerâmica da região. Após o encerramento da fábrica em 1982, o local foi abandonado até ser reabilitado pela Câmara Municipal de Valongo em 1995, transformando-se no Fórum Cultural de Ermesinde , uma nova vida ao espaço, integrando a memória industrial ao cenário contemporâneo, e tornando-o um centro cultural e um parque urbano que preserva o passado ao mesmo tempo em que celebra o futuro.

  • Chaminé Selene Perafita | Chaminés do Porto

    A história da Chaminé Selene em Perafita. Chaminé Selene | Perafita A chaminé na Rua de Almeiriga nº 1192, em Perafita, pertenceu à antiga Fábrica de Conservas Selene , um símbolo da história da indústria conserveira em Portugal, ao lado da Petrogal . Fundada em 1952 por Jaime da Silva Serrano , a fábrica destacou-se pela qualidade dos seus produtos e pela forte presença em mercados internacionais, exportando para mais de 23 países, como Japão, Argentina, Suíça e Alemanha. A gerência ficou a cargo de António da Silva Serrano, irmão de Jaime, cuja competência contribuiu para o crescimento notável da empresa. A produção da fábrica registou um aumento significativo ao longo dos anos: em 1952, contabilizou 2.500 caixas e, em 1960, já atingia 11.200 caixas, evidenciando o seu sucesso. Conhecida localmente também como "Boa Noite " devido à sua contínua operação , a unidade foi posteriormente sucedida pela Iperconser - Imperial Conservas, sob a direção de Manuel Barroso. Atualmente, tanto o edifício quanto a chaminé permanecem abandonados , situando-se ao lado das instalações da Petrogal . Não há qualquer sinal de investimento ou requalificação do espaço , e a chaminé resiste como uma prova silenciosa de um passado industrial que marcou a economia e a paisagem de Perafita.

  • Chaminé Pingo Doce Matosinhos | Chaminés Tijolo Grande Porto

    A história da Chaminé Pingo Doce em Matosinhos. Chaminé Pingo Doce | Matosinhos A chaminé localizada na Rua de Brito Capelo, nº 1338, em Matosinhos, é um dos elementos sobreviventes da antiga Fábrica de Conservas Lage, Ferreira & C.ª, Lda. Fundada em 1929 por António Gonçalves Costa Lage , a firma Lage, Ferreira & C.ª, Lda. inaugurou esta sua segunda unidade fabril na Rua de Brito Capelo, nº 1371, em Matosinhos. Esta fábrica foi uma importante referência na indústria conserveira da região, empregando cerca de 200 operários de ambos os sexos. Após décadas de operação, encerrou definitivamente a 27 de setembro de 1971. Atualmente, o espaço é ocupado por um supermercado Pingo Doce , que preservou grande parte da fachada e do edifício original , adaptando-o às necessidades modernas, o novo espaço comercial abriu oficialmente em 2018, marcando uma nova fase para o local com uma forte ligação ao passado industrial. A chaminé da fábrica , símbolo emblemático da antiga unidade industrial, permanece de pé na zona do parque de estacionamento do Pingo Doce . Este elemento patrimonial serve como um marco visual que relembra o passado conserveiro de Matosinhos, reforçando a ligação entre a memória histórica e a modernidade do novo uso comercial do local.

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